O cinema “roliúdiano”,
as novelas brasileiras, o Vaticano, o Edir Macedo, a ONU, o Greenpeace, o G8, o
G12, a G Magazine (essa é brincadeira), a Nova Era, o Chico Xavier, a Xuxa, o
Lula, a Dilma, a Nike, a Adidas, a Copa do Mundo de futebol.
De minhas recordações
remotas posso começar por 1966, Inglaterra campeã com um gol que não aconteceu.
Em 1970 o Brasil
necessitava politicamente daquele titulo, apesar de eu considerar aquela a
melhor seleção de todos os tempos, às vezes dá certo e coincide a necessidade
com a capacidade de suprir.
1974 Alemanha em casa.
1978 na Argentina falida, fu..., o titulo ilegal mais explícito da historia; de
82 a 94 menos explicitas até que chegamos ao marcante ano de 98, com uma França
politicamente obrigada a vencer em casa, o caso Ronaldo/Nike/CBF/FIFA e o
oculto dos bastidores. 2002 um titulo “Mandrake” do Brasil. 2006 o tetra
italiano. 2010 mais uma copa moldada, desta vez em torno da Espanha, com uma
Holanda sendo usada de laranja pela terceira vez. Detalhes muito bem
elaborados, projetos muito bem executados, uma propaganda que funciona, para
uma África bem vendida, e um ciclo de 32 países bem manipulados a cada 4 anos?
Não, a cada momento, cada ar que respiramos são milhares de vírus lançados
pelos lideres mundiais que manobram a sociedade em torno da instalação da Nova
Ordem Mundial.
Diego Marcell
12/07/10
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