Palavras
cantadas, estabelecidas em notas, rimas;
Apesar
da complexidade do ato, é uma norma,
Uma
limitação que apreende num formato;
Tudo
bem, talvez para o formato, mas (e) para
O
ato (em si)? O momento, o grito; não seja
Melhor
o berro, o improviso, o texto
Que
o momento pede? E a musica não
Seja
uma sinfonia pós-moderna
Em
forma de barulho? Sensorial,
Notas
soltas, sem ordem, e ou,
Repetidas
ao acaso.
Isso
vale para todas as artes,
Que
não se prendem a formatos,
Transcendem
a arte, apenas arte, para
Se
tornar algo maior, a mescla
De
arte e realidade,
Arte
e vida, arte de momento,
O
instante, o acaso, é fotografar o
Cotidiano
e expor na galeria
A
mágica natural do dia.
Talvez
por isso o documentário
E
principalmente sem narração, seja
O
mais cinema, além de ser o primeiro,
Agora
mais do que nunca,
Seus
valores, revelem o ultimo.
O
drible que além de ser
A
dança mais breve,
Também
se torna artes plásticas,
Onde
tem o criador e os personagens
Incidentais.
O mais estranho
É
o jogo em silencio, pois a voz
Faz
parte da criação, nem que
Seja
por pura irreverência.
Nesse
tipo de ambiente, a
Torcida
jamais será publico,
Ela
é parte conjunta da obra
E
sua criação é tão ampla
E
livre que vai do movimento corporal,
Sonoro,
até interferência física (causando), mudança no espaço
Que
inicialmente, ou por direito só deve acontecer
Pelos
integrantes internos do ambiente.
O
plástico é o além da forma, o plástico é o estético
Do
subconsciente, é o movimento além do simples
Mover
(não), é a ação do estático, é o estático da
Ação,
porém dependendo do teu estado, pode sim
A
ação do estático.
Diego
Marcell
31-10-2007