O
Infinito não leva a nada, pois nele tudo é provisório e caduco... E como não nos
angustiarmos, se no Infinito nenhuma direção é mais válida que outra? (Cioran)
Finalmente
parece que graças à pós-modernidade a sociedade e todos seus nichos de cultura
começam a entender que este Infinito não nos diz respeito, que nossos signos só
pertencem a finitude ao limitado, e se somos pela regra artefatos do finito
nossas criações, a exemplo da Arte, já não deve ter fim, não somente fim como
termino material, mas pensar o fim, mas conscientizar que se trata apenas de
meio, só o meio importa e só através dele mesmo se chegará a algum motivo,
mesmo que os motivos não cheguem a lugar como ponto final, é preciso encontrar
lugares não de repouso, mas de referencia e de partida, nova partida, todo
almejado é para nova partida, por isso a Terra é redonda.
Diego Marcell
14/06/2013
Nenhum comentário:
Postar um comentário