Ser
uma formiga consciente do seu estado de formiga será que lhe faz deixar de ser
formiga? Ou apenas lhe transforma em formiga que pode se pôr mesmo sendo
formiga, num outro estado de formiga, formiga consciente?
Neste
sentido nem o filósofo estaria a salvo do seu estado que de alguma forma iria
levá-lo a submissões subjetivas em seu filosofar.
Sendo
assim sempre incorremos no erro de se aplicar à espécie humana, pois nossa espécie
mais que as demais exterioriza com veemência a particularidade do uno, ser
individuo com poder de linguagem implica por si só o erro social, este se
intensifica na tentativa de normatização da sociedade como inerrancia à espécie; a experiência só poderá dizer para a espécie enquanto
história e cultura, jamais como natureza.
Assim,
voltemos às formigas.
Diego Marcell
14-01-14
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